👋🏽 Salve! Deixa eu te falar uma coisa sem rodeio.
⚠️ O fascismo não acabou, não — se atualizou, e o neofascismo veste nova cara, mas segue servindo aos super-ricos, sendo o mesmo projeto agora em escala global.
🌍 Isso não é exagero: é mecanismo do capitalismo, que precisa da desigualdade pra funcionar — na renda, na raça, no gênero e no território.
🔥 É barbárie com método, que organiza o ódio, destrói direitos e transforma a vida em lucro.
📢 Com dinheiro, mídia e algoritmo, espalha medo e desinformação e divide quem deveria lutar junto.
👑 Organiza o poder para manter tudo no topo e reprimir a resistência.
😰 O plano é “simples”: trabalhar mais, ganhar menos, sem direitos — tudo uberizado, sem sindicato e sem proteção — precarização vendida como liberdade.
🚨 A ultra direita é a forma que isso assume, com racismo, misoginia e colonialismo operando como violência de controle.
🎓 Ataca a escola, os direitos e a organização popular, porque consciência incomoda quem lucra com a exploração.
💣 E a guerra também entra nessa lógica, como instrumento do capitalismo em crise — via imperialismo (como os EUA), disputa por recursos como petróleo, água e terras raras, e ataque a quem enfrenta a desigualdade.
🔁 Se a desigualdade não é enfrentada, o fascismo volta — sempre volta e sempre protegendo o topo.
✊🏾 Mas tem resposta, e ela já está acontecendo: em Porto Alegre, a 1ª Conferência Internacional Antifascista e pela Soberania dos Povos reúne gente do mundo todo para organizar a luta — combater, resistir, avançar e vencer.
🌎 É luta global com resposta global.
🧭 Ser antifascista hoje é prática: ser antirracista, feminista, contra o colonialismo e contra um sistema que coloca o lucro acima da vida.
💰 Então é direto: tributar os super-ricos é o começo, organizar o povo é o caminho e mudar o sistema é o objetivo.
✊🏾 #NoPasarán
📢 Junte-se a nós!
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