✊🏾 Cansada de ver bilhões mudando de endereço sem explicação convincente, a sociedade civil criou a Frente em Defesa do Orçamento Público para enfrentar o atual modelo de emendas parlamentares.
💰 Em 2026, R$ 61 bilhões do Orçamento da União serão destinados a emendas — um volume tão grande que já parece um segundo orçamento circulando por fora do planejamento nacional.
⚖️ Esse valor equivale a cerca de 25% da capacidade de investimento do Executivo, criando uma curiosa “inovação institucional”: o Legislativo passou a administrar recursos que, pela Constituição, deveriam ser planejados pelo Executivo.
🏛️ Especialistas definem o fenômeno como um parlamentarismo informal — e perverso — que ninguém votou para adotar, mas que já funciona a pleno vapor.
🔎 A transparência continua sendo um desafio: descobrir quem indicou a verba, por que e com qual resultado às vezes parece mais difícil do que decifrar letra de médico.
🫱🏼🫲🏽 O sistema também estimula clientelismo e barganhas políticas, transformando recursos públicos em moeda de troca eleitoral.
🧩 Além disso, enfraquece os partidos políticos, coopta movimentos sociais e dificulta o surgimento de novas lideranças, já que a política passa a girar mais em torno da distribuição de verbas do que de projetos para o país.
🏥 Enquanto isso, recursos que deveriam fortalecer políticas estruturantes como saúde e educação acabam fragmentados em demandas pontuais, muitas vezes sem planejamento nacional nem controle público efetivo — razão pela qual a nova Frente surge para dizer, com todas as letras: o orçamento é público, não privado.
Leia a notícia completa e confira a composição da Frente AQUI
📢 Junte-se a nós!
TributarOsSuperRicos #TributarAGORA
👍🏽 facebook.com/tributar.os.super.ricos
📸 @tributar.os.super.ricos
📲 @OsTributar
💻 ijf.org.br/tributar.os.super.ricos