1º DE MAIO: A LUTA SEGUE — POR TEMPO, DIGNIDADE E VIDA

💰 Enquanto cerca de 3 mil bilionários do mundo concentram fortunas trilionárias, milhões de trabalhadores acumulam cansaço — no Brasil, quase 40% ainda está na informalidade, sem proteção, descanso ou horizonte.

📜 Desde a Greve de Chicago de 1886, quando se enfrentavam jornadas de até 16 horas, a luta é a mesma: reduzir a exploração e ampliar a vida — hoje expressa também na urgência de pôr fim à jornada 6×1.

📉 Com a taxa de desemprego entre as mais baixas da história recente do país, em torno de 7%, e a economia em crescimento, não há justificativa para manter rotinas exaustivas: reduzir a jornada não quebra ninguém — ao contrário, distribui trabalho, melhora o desempenho e amplia oportunidades.

🎰 Ao mesmo tempo, enquanto o salário mal dá conta do básico, as bets avançam sobre a renda popular, drenando dinheiro, ampliando o endividamento e pressionando ainda mais as famílias trabalhadoras.

⚖️ E há um caminho concreto para enfrentar a desigualdade: tributar os super-ricos. Hoje, grandes fortunas seguem subtributadas no Brasil, enquanto a carga pesa sobre o consumo e o trabalho — é preciso inverter essa lógica, com uma tributação progressiva da renda que promova justiça fiscal e social.

🛠️ Produzimos toda a riqueza, mas seguimos privados do essencial: tempo, dignidade e futuro.

📣 O 1º de Maio não é só memória — é denúncia e continuidade. O tempo virou mercadoria, e está caro demais para quem só tem a própria força de trabalho. Queremos viver, não apenas sobreviver. Afinal: o trabalho serve à vida ou ao lucro?

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